Em audiência, moradores e poder público rejeitam a construção de torre.

Em audiência, moradores e poder público rejeitam a construção de torre.


O principal questionamento feito pelos moradores foi em relação ao local escolhido para ser realizada a obra, danos à saúde e a consequente desvalorização dos imóveis.


Notícias, publicado em 01/12/2017

Com Informações de Roney Wydiamaior.

 

Em novembro deste ano, a paisagem do bairro Morumbi foi alterada com o início de instalação de uma torre de telecomunicação, feita pela empresa Phoenix Tower do Brasil. Construída a poucos metros das residências, os moradores ficaram preocupados com os possíveis problemas à saúde, relacionados à radiação emitida pela estrutura. Revoltada com a situação, a população se mobilizou para buscar uma solução com o poder público.

Assim por solicitação de moradores do Bairro Morumbi, Savanas, vereador e Presidente da Câmara Municipal de Tucumã e outros parlamentares, realizaram uma Audiência Pública com o objetivo em discutir os impactos ambientais que eventualmente possam ser provocados pela a montagem da Torre de Telefonia Móvel localizada na Rua da Graviola.

Um abaixo assinado foi entregue ao Poder Legislativo e os vereadores por unanimidade aprovaram requerimento de autoria do vereador Savanas convocando audiência pública ao qual realizou na noite desta quinta – feira (30) e contou com as presenças do setor jurídico da empresa responsável pela a montagem da torre, secretários municipais, vereadores, jurídico da Câmara, moradores, imprensa entre outros.

Na presença dos vereadores e após as explanações dos responsáveis da empresa Phoenix Tower Participações do Brasil S/A, os membros da comunidade tiveram espaço para realizar perguntas, críticas ou sugestões acerca da presença da torre nas proximidades das casas e também sobre a legislação que define a instalação destes equipamentos na cidade.  

O principal questionamento feito pelos moradores foi em relação ao local escolhido para ser realizada a obra, danos à saúde e a consequente desvalorização dos imóveis. Durante a audiência, a empresaria Ana Carraro, queria entender o motivo em ter escolhido aquele local. Segundo os advogados da empresa, a escolha se deu por motivos técnicos já que neste ponto nominal foi detectado como a melhor cobertura de sinal e outro local se tornaria inviável a vinda do serviço de tecnologia de 4G.

 

Após ouvir as considerações feitas pela a população e pelos os representantes do setor jurídico da empresa o vereador Savanas presidente da Câmara Municipal de Tucumã afirmou que a Audiência Pública foi provocada pelos os munícipes e que o prefeito municipal já suspendeu todo ato administrativo para que a obra prossiga em atendimento ao clamor dos moradores bem como já há uma decisão interlocutória deferida pelo o Ministério Público Estadual para que a empresa proceda de imediato a retirada da torre.

 

Entretanto Savanas, reforçou aos moradores sobre a possibilidade de propor uma Lei que determine a distância mínima entre a base das torres e as residências. Segundo o parlamentar irá propor em conjunto com os demais vereadores para que o executivo encaminhe propostas nesse sentido de aprimorar a legislação.

 

Colocado em votação os moradores assim como os vereadores rejeitaram a construção da torre no Bairro Morumbi e será encaminhando para a próxima sessão processo de Decreto Legislativo dando ato sustatório e encaminhamentos para o Prefeito Municipal, Adelar Pelegrini a decisão deliberativo tornando sem efeito e desatualize a construção da torre de telefonia móvel no Bairro Morumbi.    

 

Si fizeram presentes na audiência pública vereadores, representantes da comunidade, Dr. Luiz Gustavo Presidente da Associação Comercial Industrial e Agropastoril de Tucumã, Procurador do município Dr. Pedro Neto Junior,  Clarismar Pinto de Oliveira, Secretário de Meio Ambiente, Industria e Turismo, Fábio Dias, Secretário de Administração e Planejamento, Cassia Alexandrino, Secretária de Administração e Planejamento e os representantes da empresa Phoenix Towes Participações S/A, sendo Monica Vilar, Gerente de Licenciamento, Ana Paula Lima Diretora de Implantação e o advogado Bruno Raphael.